segunda-feira, 2 de maio de 2011
Sonho
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O nome da Rosa
O Livro do Riso ( cuja existência é questionável ), de Aristóteles que condenava a livre expressão do humor, como sendo a porta de entrada do demônio na vida do homem e na verdade não se sabe se realmente o livro existiu mas saber apenas o nome já era um signo suficientemente capaz de gerar um desconforto na assembléia eclesiástica.
- Fotografia: ambientada na Época medieval, traz os trajes adequados à classe social e dá verossimilhança à obra, remete ao que o povo vestia na época.
- Ícones, símbolos e índices
A cruz- símbolo religioso e de penitência
as pegadas - índice que denunciava o esforço que o assassino dispendiou para carregar o corpo.
as marcas pretas na língua e nos dedos denunciava que era a mesma coisa que causava as mortes.
A prática do copismo dá a ideia de que os monges eram responsáveis pelo preservação do intelecto da época.
A atmosfera de calma e temor indica a imponência da Igreja.
- Sons (músicas, efeitos)
reforçam a atmosfera sombria e de mistério (é o recurso essencial em filmes policiais)
- Caracterização dos personagens
Um personagem importante e, talvez, o principal seja o jovem rapaz, Adson de Melk que está aprendendo com o mestre a desenvolver sua inteligência. Passa por experiências particulares, que parecem ter marcado sua vida. Seu amadurecimento e suas descobertas são os elementos-chave da trama.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Ícones, indices e símbolos
Índices
Em desenhos animados, raios representam indícios de força ou poderes mágicos.sexta-feira, 25 de março de 2011
Tudo é 3D!!! (aula de semiótica 25/03/11)
Aprendemos que a Semiótica, apesar de num primeiro contato parecer algo muito filosófico, técnico e de difícil apreensão, é possível entendê-la como uma ciência que busca estudar as diversas linguagens existentes para uma melhor compreensão e expressão dos códigos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Ela não se limita a dar significados às coisas que existem, mas busca investigar os processos que se encadeiam, gerando significados que não se mantém estáticos, mas sim dinâmicos, podendo ser distintos em contextos culturais, técnicos, econômicos, temporais e sociopolíticos diversos.
Semiótica é, portanto, a ciência que estuda os signos e seus diversos significados. O signo é a matéria-prima da fenomenologia, e esta é considerada uma “quase ciência”, a qual dá suporte à outras três ciências normativas: estética, ética e lógica- que tem por função estudar ideais, valores e normas. O três é o número mágico, que para Pierce deveria ter algum significado simbólico. Não é à toa que ele dividiu a maioria dos métodos de apreensão da semiótica(sejam categorias ou partes dos objetos de análise) em 3. Para o signo teríamos (como partes): sin-signo, quali-signo e legi-signo. Para o objeto, ícone, índice e símbolo; para o intrepretante, rema, díscene e argumento.
No processo de interpretação do fenômeno temos três etapas. A primeiridade, seria a primeira compreensão, a mais superficial (como se pudéssemos congelar o tempo e dizer qual seria a primeira impressão que o signo nos traz). A secundidade é a provocação, quando o íntreprete busca fazer a ligação daquilo que ele viu com outras experiências a que ele já teve contato. A terceiridadade seria a elaboração cognitiva, quando a ideia já cria fundamentos e não está mais tão ligada a inferências ou suposições, mas para o ínterprete já possui algum signicado seja ele imediato ou final.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Semiótica








